É fato que uma nova prancheta há alguns anos não custava tanto para um escritório quanto custa hoje um novo computador. Porém, é preciso considerar que as máquinas agilizam e facilitam a criação de projetos e, por isso, são, atualmente, as principais ferramentas de trabalho da maioria dos arquitetos. Hoje, é difícil imaginar um projeto que não tenha sido elaborado em um computador.
Contudo, elaborar projetos exige a utilização de softwares complexos e pesados como é o caso do AutoCad, o que determina a necessidade de computadores mais fortes, capazes de garantir melhor desempenho e rapidez na execução das tarefas. Assim é recomendada a compra de um PC de 64 bits que possua plataforma semelhante ao de um Macintosh, mais caro e historicamente considerado o mais adequado para aqueles que desejam trabalhar com imagem. Também recomenda-se equipamento com processador Pentium IV de 3.0 Ghz, com 2 megas de cash, placa mãe da marca Asus, modelo P5 GPL, pelo menos 1 mega de memória RAM, HD de 80 GB, gravador de DVD, placa de vídeo de 256 modelo 6200 e monitor de 17 polegadas. Com uma máquina destas, o arquiteto certamente terá agilidade em suas atividades diárias.
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